terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Contatos de 4º CUH!

Arg. Eu não costumo ser chato pra filmes, normalmente eu posso até achar um filme ruim (acontece com frequência), mas mesmo assim eu costumo me divirtir. O fato do filme ser ruim não costuma me deixar irritado.

Mas esse filme me irritou profundamente. Eu odeio quando um filme tenta martelar uma idéia na sua cabeça de todas as maneiras possíveis, e esse filme faz isso com uma intensidade que conseguiu me tirar do sério.

O filme narra alguns acontecimentos insólitos ocorridos na cidade de Nome (sim), no Alaska, há alguns anos atrás, aonde pessoas desapareciam sem aparente explicação, algumas mortes bizarras aconteceram até que uma psicóloga apareceu para o mundo dizendo que a cidade estava sendo alvo de abduções por ET's.

Vá lá, não seria um enredo tão ruim assim para um filme mediano de suspense. Na verdade, se o filme se atesse a contar essa história, ele não seria de todo ruim (não seria bom, mas seria divertido ao menos). Mas a coisa começa a complicar quando o filme tenta de qualquer maneira te convencer de que aquela baboseira toda aconteceu de verdade. Em um nível tão apelativo que a primeira cena do filme é a Mila Jovovich (que interpreta a tal psicóloga) contando como ela é uma atriz que estará interpretando não sei quem, e fazendo uma introdução sobre o filme. No fim da cena ela manda "No final, a escolha de acreditar ou não é toda sua".

My ass.

Não bastasse toda essa pressão, o filme inteiro é intercalado com supostas gravações reais, que teriam sido gravados durante os tais acontecimentos. Sério, papo de 75% das cenas serem intercaladas com essas gravações. Chega a um ridículo que no final eu cheguei a conclusão que o filme foi totalmente desnecessário. Afinal, se eles querem tanto que a gente acredite, porque não deixam apenas as gravações "originais"?

Tudo soaria como um documentário, é verdade, mas cacete, se eu quisesse realmente aprender sobre o caso, ou me decidir sobre se eu acredito em OVN's ou não, um documentário seria uma escolha muito mais apropriada. Mas não, eu estava ali para ver um filme, que me entretesse de alguma forma, seja contando uma história real ou não. Digo, caramba, quantos filmes baseados em histórias reais já foram feitos por aí sem essa palhaçada toda? Por causa disso eles se tornam menos críveis?

(Nem pretendo entrar no mérito de acreditar ou não. Sei lá po. Pode ser que seja verdade, vai saber, embora eu seja bem cético com essas coisas. Alguém me falou que uma televisão americana resolveu pesquisar sobre o assunto e constatou que boa parte daquilo tudo é forjado. Mas até aí acreditar ou não na tv americana se trata de uma escolha.)

Como eu disse, se não fosse esse pequeno grande problema, o filme até seria decente. Eu não sou um grande fã de filmes de suspense, dificilmente consigo me assutar com algo desse tipo, mas o filme mantém uma tensão, e gera alguns sustos genuínos.

"No final, a escolho a de acreditar ou não é toda sua"? Com todo esse martelamento, não é a impressão que fica.

Vale pela Milla Jovovich,
ô mulherzinha bonita, viu.

Direção: Olatunde Osunsanmi
Ano: 2009
Link: http://www.imdb.com/title/tt1220198/

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

"E Se Eu Não Tivesse que Morrer?"

'Talvez haja duas opiniões sobre a vida na prisão, - disse Myshkin. - Um homem que passou doze anos na cadeia me disse uma coisa. Ele era um dos inválidos sob cuidados do meu professor. Ele sofria de convulsões; às vezes ele ficava inquieto, chorava, até tentou se matar uma vez. Sua vida na prisão foi muito triste, eu te garanto, mas nem um pouco trivial. Mesmo assim, ele tinha como amigos apenas uma aranha e uma árvore que crescia embaixo de sua janela... Mas é melhor eu lhe contar como eu conheci um outro homem ano passado. Foi uma circunstância muito estranha - estranha porque essas coisas raramente acontecem. Esse homem certa vez foi levado junto com outros para o cadafalso e uma sentença de morte foi anunciada pra ele. Ele deveria ser fuzilado por ofensa política. Vinte minutos depois foi anunciado um adiamento, e eles acabaram recebendo outra punição. Mas ele passou o intervalo entre as duas sentenças, vinte ou pelo menos quinze minutos, com a inteira convicção de que iria morrer em poucos minutos. Eu estava sempre ansioso por ouvir quando ele lembrava de suas sensações naquele momento, e costumava o questionar sobre isso. Ele lembrava de tudo com uma extraordinária nitidez e costumava dizer que ele jamais esqueceria aqueles minutos. A vinte passos do cadafalso, ao redor do qual soldados e outras pessoas se juntavam, haviam três postes fincados no chão, e haviam vários criminosos. Os três primeiros foram conduzidos, amarrados aos postes, a roupa da morte (um roupão branco) foi colocada e capuzes brancos foram botados sobre seus olhos para que não vissem as armas; então uma comitiva de vários soldados foi postada de frente para cada poste. Meu amigo era o oitavo da fila, então ele deveria estar no terceiro grupo. O padre foi a um de cada vez com uma cruz. Ele possuía apenas mais cinco minutos de vida. Ele me disse que aqueles cinco minutos pareceram para ele um tempo infinito, uma grande riqueza; ele sentia que ele tinha tantas vidas restando naqueles cinco minutos que ainda não havia necessidade de pensar no último momento, tanto que ele dividiu o seu tempo. Ele separou tempo para se despedir de seus companheiros, dois minutos pra isso; então ele separou mais dois minutos para pensar pela última vez; e então um minuto para olhar para si mesmo pela última vez. Ele se lembrava muito bem de ter dividido o tempo assim. Ele estava morrendo aos vinte e sente anos, forte e saudável. Enquanto ele se despedia de seus companheiros, ele lembrou de ter perguntado a um deles uma pergunta um tanto irrelevante, e de ter estado particularmente interessado na resposta. Então quando ele já havia dito adeus, chegaram os dois minutos em que ele havia separado para pensar sozinho. Ele sabia de antemão sobre o que ele pensaria. Ele desejava entender o mais rápido e claramente possível como poderia ser que agora ele existia e estava vivendo e em três minutos ele seria algo - alguém ou algo. Mas o que? Aonde? Ele pretendia decidir tudo isso naqueles dois minutos! Não longe dali havia uma igreja e seu telhado dourado cintilava na claridade do sol. Ele se lembrava de ficar parado persistentemente olhando para o telhado e para a luz refletida; ele não podia se desligar daquela luz. Parecia para ele que aqueles raios eram sua nova natureza e que em três minutos ele iria, de alguma forma, se fundir à eles... A incerteza e o sentimento de aversão pelo o que esperava por ele era horrível. Mas ele disse que nada era mais terrível naquele momento que o seu pensamento contínuo, "E se eu não tivesse que morrer? E se eu pudesse voltar à vida - que eternidade! E seria toda minha! Eu tornaria cada minuto em uma era; eu não perderia nada, eu contaria cada minuto que se passasse, eu não perderia um!" Ele disse que tal idéia se dotou de tamanha fúria que chegou um momento em que ele torcia para ser fuzilado logo.'



(Príncipe Myshkin, em
O Idiota - Fyodor Dostoevsky)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Schopenhauer e o Vazio da Existência

Achei esse texto no orkut da minha ex namorada. Trata-se de um capítulo (se não me engano) de um livro do Schopenhauer, filósofo alemão conhecido pelo seu pessimismo e pelas suas obras sobre a Vontade (sua principal obra é "O Mundo Como Vontade e Representação").

O pensamento principal de Schopenhauer, diz respeito ao tédio. Depois de uma não-existência de milhões de anos nós nascemos e a partir desse momento estamos sempre desejando alguma coisa. Quando atingimos noss objetivo, rapidamente nos entediamos e desejamos uma outra coisa. Esse ciclo segue incessantamente até que morremos, botando outros milhões de anos na nossa frente.

A questão, para o filósofo, é que "a existência em si mesma não tem valor, visto que o tédio é meramente o sentimento do vazio da existência". Para ele, o passado não é nada, pois não existe mais, então existe tão pouco quanto algo que jamais existiu. Da mesma forma, o futuro também não existe. Tudo que é o presente, e apenas por isso este já deve ser mais valorizado que o passado ou o futuro. Mas, claro, isso dura apenas um instante, e o que existira, no próximo momento já não existe mais. "Cada noite nos empobrece, dia a dia".

Assim, o trecho que eu quis colocar aqui, que por coincidência se relaciona intimamente com o meu último post, sobre a ilusão do sentimento de nostalgia:



"As cenas de nossa vida são como imagens em um mosaico tosco; vistas de perto, não produzem efeitos – devem ser vistas à distância para ser possível discernir sua beleza. Assim, conquistar algo que desejamos significa descobrir quão vazio e inútil este algo é; estamos sempre vivendo na expectativa de coisas melhores, enquanto, ao mesmo tempo, comumente nos arrependemos e desejamos aquilo que pertence ao passado. Aceitamos o presente como algo que é apenas temporário e o consideramos como um meio para atingir nosso objetivo. Deste modo, se olharem para trás no fim de suas vidas, a maior parte das pessoas perceberá que viveram-nas ad interim [provisoriamente]: ficarão surpresas ao descobrir que aquilo que deixaram passar despercebido e sem proveito era precisamente sua vida – isto é, a vida na expectativa da qual passaram todo o seu tempo. Então se pode dizer que o homem, via de regra, é enganado pela esperança até dançar nos braços da morte!

Novamente, há a insaciabilidade de cada vontade individual; toda vez que é satisfeita um novo desejo é engendrado, e não há fim para seus desejos eternamente insaciáveis.

Isso acontece porque a Vontade, tomada em si mesma, é a soberana de todos os mundos: como tudo lhe pertence, não se satisfaz com uma parcela de qualquer coisa, mas apenas como o todo, o qual, entretanto, é infinito. Devemos elevar nossa compaixão quando consideramos quão minúscula a Vontade – essa soberana do mundo – torna-se quando toma a forma de um indivíduo; normalmente apenas o que basta para manter o corpo. Por isso o homem é tão miserável."


O ensaio inteiro (não é muito grande) pode ser lido aqui.


Vou botar apenas mais alguns trechos, que me chamaram a atenção:


"O que
foi não mais existe; existe exatamente tão pouco quanto aquilo que nunca foi. Mas tudo que existe, no próximo momento, já foi. Conseqüentemente, algo pertencente ao presente, independentemente de quão fútil possa ser, é superior a algo importante pertencente ao passado; isso porque o primeiro é uma realidade, e está para o último como algo está para nada."

"Reflexões com a natureza das acima podem, de fato, nos levar a estabelecer a crença de que gozar o presente e fazer disso o propósito da vida é a maior sabedoria; visto que somente o presente é real, todo o mais é representação do pensamento. Mas tal propósito poderia também ser denominado a maior tolice, pois aquilo que, no próximo instante, não mais existe e desaparece completamente como um sonho, jamais poderá merecer um esforço sério."

"...os panteístas atrevem-se a dizer que a vida é, como dizem, “um fim-em-si”. Se nossa existência neste mundo fosse um fim-em-si, seria a mais absurda finalidade jamais determinada; mesmo nós próprios ou qualquer outro poderia tê-la imaginado."

"
A vida apresenta-se principalmente como uma tarefa, isto é, de subsistir de gagner sa vie[para ganhar a vida]. Se for cumprida, a vida torna-se um fardo, e então vem a segunda tarefa de fazer algo com aquilo que foi conquistado – a fim de espantar o tédio, que, como uma ave de rapina, paira sobre nós, pronto para atacar sempre que vê a vida livre da necessidade."

"A primeira tarefa é conquistar algo; a segunda é banir o sentimento de que algo foi conquistado, do contrário torna-se um fardo."

"Está suficientemente claro que a vida humana deve ser algum tipo de erro, com base no fato de que o homem é uma combinação de necessidades difíceis de satisfazer; ademais, se for satisfeito, tudo que obtém um estado de ausência de dor, no qual nada resta senão seu abandono ao tédio. Essa é uma prova precisa de que a existência em si mesma não tem valor, visto que o tédio é meramente o sentimento do vazio da existência. Se, por exemplo, a vida – o desejo pelo qual se constitui nosso ser – possuísse qualquer valor real e positivo, o tédio não existiria: a própria existência em si nos satisfaria, e não desejaríamos nada."

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A Pointless Nostalgic

Photographs lost in time are all I see
A pointless nostalgic-
That’s me



Todos os dias era filmado incessantemente. Não era uma estrela, era um homem comum.

Sua vida se desenrolava ali, naquele pequeno estabelecimento. Desde os quartos no fundo até o bar que dava para a rua, aonde trabalhava.

Todos os seus movimentos eram controlados por câmeras. Câmeras de segurança.

Tornadas câmeras de um... diário.

Todas as noites assistia as gravações de dias passados. Se espantava com quantos pequenos acontecimentos, aparentemente irrelevantes, ganhavam um novo mundo de significância em suas sessões noturnas.

Passou a gastar cada vez mais tempo diariamente assistindo as fitas, fascinado com suas novas descobertas.

O número de acontecimentos começou a diminuir. A cada dia passava mais tempo diante da televisão, vendo cada vez menos.

Até que não sobrou nada.

Apenas lembranças.


segunda-feira, 29 de junho de 2009

Changes

Mudar nunca é fácil.

É dar um passo em falso dentro do desconhecido.

Mesmo quando as coisas estão difíceis, mudanças não são fáceis.

Quando as coisas estão boas...é quase impossível.

Mas apesar de tudo, mudar é necessário. Mesmo quando tudo parece tranquilo é importante fazer certos questionamentos. E enfrentar o medo de destruir algo velho, para contruir algo novo. A vida é curta, e quando você menos espera ela passou e você ficou preso na ilusão do passado.

Um ode às mudanças.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Ctrl + Z

Acho incrível a influência que a tecnologia tem na nossa vida hoje em dia. É virtualmente (!) impossível passar um dia longe dela. Talvez se você pegar uma bicicleta e ir pro mato e ficar caçando coelhos pra não morrer de fome. A revolução tecnológica pela qual estamos passando é barra pesada e veio pra mudar totalmente nossas vidas.

Não que isso seja ruim. Ou bom. Sei lá. Mas eu as vezes me pego impressionado em como a nossa cabeça já está funcionando de maneira totalmente diferente. Visto ontem, estava eu no meu mais novo hobbie, a milenar arte do desenho a lápis, arte do tempo em que até uma calculadora era algo totalmente impensável (a menos que você pense em um ábaco, mas enfim). Devido a minha absoluta falta de destreza manual, borrões e erros são problemas frequentes em meu hobbie. Mas não para a minha cabeça, que nesses tensos momentos pensa instintivamente:

"Opa, borrei, vou mandar um ctrl + z aqui e tá tudo beleza!"

¬¬

Seria legal, vai. As novas inovações tecnológicas podiam ir pra esse caminho, um ctrl + z na vida real, ou então um ctrl c + ctrl v, que também seria bem útil. Bill Gates, if you may...

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Tempo x Dinheiro

Nesse mundo absurdo em que vivemos a competitividade parece ser a palavra da moda e a vida anda mais difícil do que nunca. Não que tenha sido fácil alguma vez, mas não vemos mais nada caindo do céu, a não ser aviões, mas estes não deveriam cair até onde me consta e, na verdade, nem eles nós chegamos a ver, embora que tenham caído não parece restar dúvidas.

Essa vida, porém, não nos nega prazeres, e eles, apesar de tudo, estão por aí. O problema se dá nas condições impostas por esses prazeres, condições que cada dia mais estão expostas na necessidade maligna de possuírmos o velho e manjado vil metal, ainda que de metal hoje em dia tenha restado pouca coisa, mas que assim ficou conhecido, talvez por vil papel não ter a mesma força.

Podemos ignorar a dificuldade que existe hoje em dia em arranjar dinheiro. Tal fato já foi devidamente esmiuçado por muita gente, e ninguém mais aguenta tocar nesse assunto. Suponhamos, então, que não seja muito difícil e que possamos arranjar um emprego e ganhar dinheiro quando quisermos. Como dito, nada mais cai do céu, e esse dinheiro só vai pedir uma coisa de você para poder entrar no seu bolso:

Seu tempo.

Ora, mas o tempo é o nosso bem mais precioso, e uma vida sem tempo é uma idéia tanto imbecil quanto paradoxal. Se procuramos dinheiro para obtermos prazer, aonde vamos aplicar esse prazer se gastamos nosso tempo para conseguir dinheiro in the first place?

E nesse mundo insólito nós sacrificamos nosso bem mais precioso para conseguirmos alguns dias por mês e um mês de férias depois de dois anos. Não é a toa que cada dia mais pessoas estão com depressão por aí.

O mundo nunca fez muito sentido, mas a cada dia que passa faz menos.



(Esse post poderia ser trocado por apenas algumas palavras: "quero voltar a fazer aulas de tênis mas não tenho dinheiro, se eu fizesse um estágio eu teria dinheiro, mas daí eu não teria tempo".)

domingo, 31 de maio de 2009

Don't Bother

Sacam aqueles questionários intermináveis que eram moda antigamente e que toda garotinha de 13 anos respondia duas vezes por semana em seus fotologs? Pois é. Eis que no auge do meu tédio eu achei um treco desses e resolvi responder, just for the sake of it. O resultado é um post que eu tenho certeza que ninguém vai ler, mas não é como se eu me importasse com isso (também não é como se muita gente lesse os posts normais), a não ser que a pessoa esteja mais entediada do que eu estava quando resolvi fazer isso, o que seria algo notável. De qualquer forma, deixem eu ser feliz e eu prometo que em breve esse blog será atualizado com um tema mais interessante (o que, convenhamos, não é difícil).


1. Nome - Bruno
3. Onde / quando nasceu? Rio mesmo, 28/03/'87
4. Olhos? Castanhos
5. Cabelos? Castanhos
6. Altura? 1,73 (algo assim)
7. Irmão(s)? Só por parte de pai, uma irmã mais nova e um irmão mais velho
8. Apelido(s)? Cabeludo, Knight (antigamente era Barba =P)
9. Signo? Áries
10. E-mail? Não é difícil descobrir, mas não vou explanar aqui
11. Animal(ais)? Ftw! Tenho o Luke, um mini-schnauzer ranzinza =)

...Favoritos:

12. Uma frase: “Nem a juventude sabe o que pode nem a velhice pode o que sabe”
[José Saramago]

13. Uma banda? Savatage
14. Uma pessoa? Raphaella /o/
15. Uma flor? Sei lá cara, rosas?
16. Uma roupa? Jeans e uma camisa qualquer
17. Um sentimento? Fraternidade
18. Um animal? Cachorro
19. Um gesto? Abraço
20. Um lugar? Seul
21. Um objeto? Computador
22. Um veneno? Estresse
23. Uma arma? Espada
24. Um programa? Gilmore Girls
25. Um horário? Madrugada
26. Um verbo? Sonhar
27. Um ídolo? Saramago
28. Um dia? Sei lá, sexta?
29. Um barulho? Vento
30. Um ator? De Niro
31. Um cantor? Zak Stevens, Kiske, Bruce? Não sei =\
33. Um calçado? Sei lá, qualquer tênis confortável
34. Um numero? 9
35. Uma bebida? Cerveja ou Coca
36. Uma comida? Carne (feita pela minha mãe, de preferência)
37. Uma mobília? Cama
39. Uma letra? R
40. Um meio de comunicação? Internet
41. Um doce? Chocolate
42. Uma pergunta? Por que eu estou fazendo esse questionário?
43. Um pedido? Savatage voltar e vir para o Brasil
44. Uma mania? Brincar com canetas na mão
45. Um desenho? Cavaleiros do Zodíaco \o/
46. Um personagem? Holden Caulfield
47. Um perfume? Polo
49. Uma estação? Inverno
50. Uma fruta? Manga
52. Uma matéria? História
53. Uma minissérie? Sei lá
54. Um comercial? Os de perfume,
com pessoas bonitas não fazendo nada,
apenas sendo bonitas =)

55. Uma novela? Sei lá cara, última novela que eu vi faz tipo uns 10 anos.
56. Uma musica? Believe, do Savatage
57. Um sonho? Sei lá, hoje eu sonhei com o Geoffrey Rush,
ontem eu sonhei que estava viajando pra Honk Kong.
Mas meu sonho mais legal foi um que eu corria pelado em uma floresta
com uma garota que eu era afim séculos atrás
(eu entendi que a pergunta não era sobre isso, mas meu sonho já foi em 'pedido')

58. Um filme? Moulin Rouge
59. Um poema? Desejo, do Victor Hugo

...Escolha:

60. Dia/Noite? Noite
61. Cego/Surdo? Cego
62. Amor/Paixão? Amor
63. Por/Nascer do sol? Nascer do Sol
64. Verão/Inverno? Inverno
65. Verdade/Desafio? Verdade
66. Piscina/Oceano? Oceano
67. Bolo/Torta? Torta
68. Manteiga/Requeijão? Requeijão
69. Ouro/Prata? Prata
70. Diamantes/Pérolas? Diamantes
71. Banho de Chuveiro/Banheira? Chuveiro
72. Fogo/Água? Água
73. Tv/Cinema? Cinema
74. Filme/Novela? Filme
75. Sair/Ficar em casa? Sair
76. Preto/Branco? Preto
77. Velho/Novo? Velho
78. Café/Chá? Chá

...Você já:

79. Saiu em público de pijamas? Já ¬¬
80. Chorou por algo bobo? Provavelmente
81. Chorou em um filme? Algumas vezes
82. Se apaixonou por um professor(a)? Nop
83. Apaixonou-se por um parente? Nop
84. Fez algo idiota para chamar a atenção de alguém?O que? Provavelmente, mas sei lá o que agora
86. Guardou um segredo? Sim
87. Atuou em um palco? Há muito tempo atrás
88. Achou algum personagem atraente? Sim
89. Viajou para o exterior? Pra onde? New York, Orlando, Alemanha, Suiça, Paris, Coréia do Sul
90. Teve um amigo imaginário? Nop
91. Colocou fogo em alguma parte do corpo? ....por diversão? Wtf?
92. Escreveu para alguém famoso? Já, e ela me respondeu :D
93. Jogou pedras em um cabo telefônico? Wtf²?
94. Andou de avião? Yup
95. E de navio? Não era um naviiio, mas era um barco grandinho :D
96. Caiu de uma arvore? Yup
97. Caiu na frente de todos? Yup
98. Fez algo que se arrependeu muito? O que? Sim, ter largado a UFRJ
99. Sentiu-se estúpido? Frequentemente
100. Pensou em se matar? Nop
101. Pensou que ia morrer? Sim
102. Foi operado? Sim
103. Esquiou? Só na água :D
104. Foi atropelado? Não, não sou burro
105. Quebrou algum osso? Qual? Nunca

...Nas últimas 48 horas:

106. Beijou alguém? Sim
107. Chorou? Não
108. Escreveu uma carta? Não
109. Cortou o cabelo? Não
110. Usou gravata? Não
111. Viu seu filme preferido? Não
112. Abraçou alguém? Sim
113. Falou com o seu amor? Sim
114. Teve alguma prova? Não
115. Se sentiu estúpido? Não que eu me lembre, mas não duvido
116. Deu presente a alguém? Não
117. Teve uma conversa séria? Sim
118. Brigou com alguém? Não
119. Riu até chorar? Não
120. Dormiu fora? Não
121. Foi ao teatro? Não
122. Foi ao cinema? Não
123. Viu alguém que não via a muito tempo? Sim
124. Conheceu alguém? Sim
125. Teve medo? Não
126. Sentiu falta de alguém? Sim
127. Foi a uma festa? Não
128. Mentiu? Provavelmente, mas não lembro
129. Foi mal numa prova? Não fiz provaaas
130. Foi dar uma andada? Não
131. Teve um pesadelo? Sim
132. Acordou muito cedo? Sim
133. Dançou? Dancei um heavy metal!
134. Apaixonou-se? Continuei apaixonado =)
135. Sentiu-se feliz? Sim
136. Sentiu-se triste? Sim
137. Entrou no MSN? Sim
138. Fez uma calda de chocolate caseira? Fiz brigadeiro, serve?
139. Fez um desejo às estrelas? Não po, wtf

...Você se acha:

140. Um bom ouvinte? Normalmente sim, mas nem sempre
141. Uma boa companhia? Nem sempre
142. Uma pessoa feliz? Em alguns momentos sim, em outros não
143. Uma pessoa com os pés no chão? Sim
144. Bonito(a)? Não me considero feio
145. Um bom amigo? Sim
146. Um bom conselheiro? Nem

...Você acredita:

147. Em você? Eu tento
148. Em seus amigos? Sim
149. Em seus familiares? Sim
150. Em ET? Acho provável
151. Em monstro debaixo da cama? Que?
152. Um por todos e todos por um? Que?
153. Teoria Big-Bang? Sei lá, viagem demais essas coisas
154. No governo? Não
155. Poderes psicológicos? Sim
156. Espíritos? Não
157. No verdadeiro amor? Não
158. Na verdadeira amizade? Sim
159. Em dinossauros? Como assim po? huauhauhahu
160. Em Adão e Eva? Não
161. Em mágica? Não
162. Em amor à primeira vista? Sim
163. Em bruxos? Não

...Você:

164. Tem os pés no chão? De novo?
165. Está de olho em alguém? Em você!
166. Está namorando? Sim
167. Tem uma linha da vida? Acho que sim, se eu entendi a pergunta
168. Gosta de dançar? É divertido
169. Gosta de estudar? Algumas coisas
170. É feliz? De novo?
171. Está com fome? Sempre
172. Está apaixonado(a)? De novoooo?
173. Está sendo correspondido? Sim
174. Sente ciúmes de quem? Mais de amigos do que de namorada
175. Pede conselhos a quem? Quem quiser dar, o que não significa que vou segui-los
176. Sente saudades do que? De tudo
178. Dorme com bichinhos de pelúcia? Não
179. Chora com quem? Sei lá, com quem estiver perto de mim na hora
180. Passou de ano? Sim

Seus amigos:

181. Fale os melhores amigos? Desnecessário
182. Qual é o(a) mais engraçado? Sei lá, todos são engraçados
183. Qual é o(a) mais tímido? Provavelmente eu mesmo
184. Qual é o(a) mais histérico? Não gosto de pessoas histéricas
185. De Qual sente saudades? Da maioria

...Nos últimos dias:

186. O que sobra? Preguiça
187. O que falta? Disposição
188. O que marcou? Meus desenhos

...Agora:

189. Está usando que roupa? Short velho, camisa velha
190. Está Triste/Feliz? Feliz
192. Ficando ou namorando? Namorando
193. Como está o tempo? Aqui no ar condicionado tá mó gelado =P
194. Está conectado? Sim
195. Está tc com alguém? Sim
196. Está cheio de escrever? Não
197. Está em algum blog? No meu
198. Está ouvindo alguma musica? Helloween - Future World
199. Está sozinho(a)? Rapha tá dormindo aqui, minha mae no quarto dela, Luke em algum lugar

Não, eu não sei porque tem alguns números zuados, mas eu não vou consertar. Vivam com isso.

sábado, 11 de abril de 2009

Solos Para Sempre I - Journey

Eu sou um grande fã de solos de guitarra. É o momento aonde o guitarrista pode realmente se expressar, e muitos solos dizem mais do que letras completas. Infelizmente não é tão fácil achar bons solos por aí, a maioria soa totalmente desnecessário, como se estivesse ali porque "toda música de rock precisa ter um solo".

Então resolvi postar aqui alguns solos que eu gosto, que me emocionam. Não serão muitos, nem pretendo ter uma responsabilidade de postar aqui, mas é apenas uma idéia pra manter isso aqui vivo e pra divulgar coisas legais pra pessoas que não conhecem ou relembrar pra quem conhece.

Começando como o solo de uma das minhas músicas preferidas do Journey, Who's Crying Now. É uma balada daquelas de fazer você cortar os pulsos e ela não seria tão boa sem o solo do Neal Schon no final. Esssa versão é de 1982 e é um pouco diferente da versão de estúdio (ficou melhor, imo).



Stay heavy =)

terça-feira, 31 de março de 2009

Janela ou Corredor?

Eu gosto de dividir as pessoas em dois grandes grupos: aqueles que preferem sentar na janela e aqueles que preferem o corredor.

A pessoa que senta na janela tem a certeza de que não vai ser interrompida durante sua viagem. Se ela assim desejar, poderá passar a viagem inteira sentada em seu assento, tranquila. Mais provável, claro, será que em algum ponto de sua jornada, ela resolva ir ao banheiro, ou dar uma volta (se estivermos falando de avião) ou qualquer outra coisa. E nesse momento ela será obrigada a cutucar a pessoa do corredor, murmurar um "licencinha" e interromper aquele agradável sonho com a Nicole Kidman que o outro poderia estar tendo.

Tudo isso faz parte do jogo, porém. Pois o indivíduo que prefere sentar no corredor sabe que cedo ou tarde ele vai ser interrompido. Então por que diabos alguém iria preferir sentar no corredor? A resposta é óbvia: para não ter que incomodar ninguém. Há uma certa tranquilidade em saber que você poderá passar a viagem inteira livre, sem ter que interromper ninguém, tendo a liberdade de ir ao banheiro ou qualquer coisa assim no momento desejado sem que ninguém possa pensar em reclamar com você.


(Dica: é uma metáfora)